Soneto da Separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
de Vinícius De Moraes

"..." by Kata Kovacs
vinicius...o branco + preto do brasil
tem nada a ver, mas pode ser q gostes deste link (caso ainda n conheças)
http://www.comversos.com.br/
cheers
ginger
Afixado por: ginger ale em dezembro 1, 2003 02:31 PMOlá Nuno! Não conseguia entrar no café... Ainda bem que não estava a chover. Se pudesse ser um cafezinho entretanto... Bem, continuando, ainda, repito, ainda não vi o Bichunmoo, pois passei o fds fora da capital de Portugal e os clubes de vídeo da província ainda não o têm.
P.S. - Está óptimo este café. Obrigada.
Afixado por: Bichinho-de-Conta em dezembro 1, 2003 05:47 PMGostei muito, aliás amo poesia.
Para ti um dos meus pensamentos:
Era todo o Universo, o meu mundo,
O meu mundo fácil.
Eu era o sol íntimo
Que acarinhava o meu próprio mundo,
O meu mundo decorado de fácil.
Eu era um palhaço vestido de fácil.
Um palhaço que tinha um sorriso fácil...
Era a força mais fácil para encontrar um amigo fácil!...
Mas o meu mundo, o meu mundo fácil,
Foi devorado
Pelo tempo que não respirou.
O palhaço,
Deixou de ser o palhaço decorado de fácil!
O mundo fácil já é não o mundo fácil...
A simbiose palhaço-pessoa deixou de actuar!
Hoje,
O meu mundo fácil, é outra simbiose.
Eu-Solidão
Solidão, amiga fácil.
Obrigada amigos pela vossa visita... chego agora do cinema, e estavam à porta a distribuir garrafinhas de Martini... por isso hoje é bar aberto... hehehee...
Afixado por: Nuno Branco em dezembro 2, 2003 12:11 AM