Longe de ti
Longe de ti, se escuto, porventura,
Teu nome, que uma boca indiferente
Entre outros nomes de mulher murmura,
Sobe-me o pranto aos olhos, de repente...
Tal aquele, que, mísero, a tortura
Sofre de amargo exílio, e tristemente
A linguagem natal, maviosa e pura,
Ouve falada por estranha gente...
Porque teu nome é para mim o nome
De uma pátria distante e idolatrada,
Cuja saudade ardente me consome:
E ouvi-lo é ver a eterna primavera
E a eterna luz da terra abençoada,
Onde, entre flores, teu amor me espera.
de Olavo Bilac

"Strange man in empty café" by Elena Zabelin
D.Quixote,
devo dizer, gostei deste café, eu que só costumo ir a tabernas. gostei mm.
8)
Afixado por: margarete em dezembro 3, 2003 12:58 PMBem... e eu agradeço... as portas deste meu pequeno café estarão sempre abertas a clientela nova... e o cafézinho? como vai ser? curto ou cheio?
Afixado por: Nuno em dezembro 3, 2003 01:28 PM