Quebram-se os elos,
da banalidade,
dos valores,
desta vida edificante,
perdem-se os sentidos,
... vulgaridade,
o que fez de mim,
este ser errante?
É que neste mundo,
pleno de vaidade
tropeço a toda a hora
na mentira,
no terror,
na hipócrisia
e no falso amor,
que é feito da paixão
e da verdade?
Serei eu um D.Quixote,
sempre a lutar,
contra dragões,
montros e moinhos,
sem um escudeiro para me ajudar?
De tanto batalhar,
contra esta gente,
perdi as minhas lanças,
a minha espada,
fiquei só,
com a minha armadura reluzente!
"Roxy"
93.03.25
(enviado pela propria Roxy, uma nova cliente que será sempre benvida e que assim faz a sua estreia... obrigado malandra...)
Publicado por D_Quixote em janeiro 7, 2004 07:51 PMGostei. A Malandra tem queda para a poesia!
Parabéns!
Afixado por: Xocolaty em janeiro 7, 2004 08:10 PMsim... sem duvida... e logo sobre o meu personagem preferido na literatura...
Afixado por: Nuno Branco em janeiro 7, 2004 11:59 PMGracias!
Achei graça, sobretudo pelo "Nick"! Porque gosto, e porque, de certa forma,...sou eu...algures,...no tempo!!!
Esta menina está a deixar marcas em tudo o quanto é sítio. Vejam outro poema dela editado no Void.
Ela está de parabéns, não está?
:)))))
Afixado por: Sandra em janeiro 8, 2004 02:09 PMsim... confesso que depois de ver o blog "atipico" dela... que se revelou uma verdadeira surpresa agradavel com este poema... o que só me dá razão quando digo: "quem vê caras não vês corações"...
Afixado por: D_Quixote em janeiro 8, 2004 02:54 PMApenas uma, das minhas inúmeras batalhas! lolol
Afixado por: Roxy em janeiro 8, 2004 09:25 PM