Como bonecos de madeira,
fantoches
manobrados por milhões de fios invisíveis,
um fio para cada gesto:
um sorriso,
um aceno,
um simples pestanejar...
...controlado por alguém
por algo...
neste grande pequeno palco
sem plateia...
excerto de "o Pacto" de João Natal em exibição no Abismo Negro de Sonhos Esquecidos, um sitio onde me sinto em casa.

Muito bom saber que "lá", te sentes em casa. Aqui o café também é muito familiar.
:)***
Afixado por: Sandra em janeiro 31, 2004 12:46 PMPara o proprietário: quando me apetece ler poesia peço um café e sento-me por aqui! Um abraço.
Afixado por: vítor em janeiro 31, 2004 03:53 PMÉ sempre um prazer voltar aqui.
Um abraço
Caro Nuno
As minhas escusas por me servir deste meio para comunicar contigo.
O meu PC ardeu, literalmente, e perdi o teu endereço postal para poder enviar-te o livro.
Reenvia-mo, por favor.
Bom café.
Um abraço
José félix
adorei o poema... às vezes parece que somos mesmo isso... marionetas... e bonita imagem do que me parece ser a praça de são marcos em veneza... cada vez mais é este um café de eleição...
Afixado por: pedro em fevereiro 1, 2004 03:15 AMeu também venho aqui mas não bebo café.
Afixado por: fernando esteves pinto em fevereiro 3, 2004 11:57 PM