Essa capital, tão valorizada és
Cheia de mágoa e também alegria
Faz-te tão longe durante o dia
e no escuro, o monólogo me invade os pés
No escuro, invoco à Deusa Diana
pelo teu telefonema, espero paulatinamente
Imagino os ósculos na mente
Mas debalde! Anseio apenas pela canzana.
Deixa-me voar, deixa-me ser a cor
brincar com a fisga que te enrola as pernas
trincar essa borboleta azul com o teu odor
Tal como Luis, mostro o meu coração
sei ser veludo mas também sarapilheira
tal como bocage, tenho a minha tesão.
de Gonçalo Bilé
(enviado pelo próprio, uma cara nova aqui no café... muito promissora e que será sempre bem recebido por estes lados... obrigado Gonçalo)
Publicado por D_Quixote em fevereiro 28, 2004 03:48 PMAdorei o poema. Parabéns
Afixado por: Ana em março 1, 2004 12:58 PMcomo se abrisse um livro
Afixado por: ele em março 1, 2004 08:46 PM