Depois do aparatoso acidente
apareces como se nada tivesse passado
na ânsia de um toque meu
Impávido, belo e quedo
Nada dizes
o silêncio consume ecos cristalizados
A dor sorvida e sangrenta escorre-se pelo chão
tal qual lágrimas outrora desperdiçadas
Mais uma vez
A mágoa de Vida* cruzou-nos
e sem perdão,
o Tempo (ainda) crú afastou-nos
(mais um poema lindo em português Filipa... gosto desta nova fase)

I don't want to be alone. by Birute Zygmantaite
Eu também gostei muito...É tão livre...
Afixado por: Jackelyne em maio 30, 2004 07:47 PMObrigada Jack e Nuno por teres criado este canto tão especial e simpatico que dá asas a devaneios surreais como este poema.
A ver vamos o que surge mais ;)
mil beijos*
fil.
gostei deste poema e da imagem,ambos com muita força.
Afixado por: Alex em maio 30, 2004 09:18 PME a dor permanece...dói...cada vez mais! Abraço, WB
Afixado por: whiteball em maio 30, 2004 10:11 PMEste Café está cada vez mais interessante, dando valor aos novoa valores. Um abraço.
Afixado por: valeria em maio 31, 2004 07:06 AMo teu café que é excelente...vim pelo Abstrato...
Voltarei :) beijinho
A Filipa tem uma sensibilidade fora de comum. Para mim, os poemas delas estão repletos de luz.
Afixado por: D_Quixote em junho 1, 2004 09:41 AM