resgata-se o poema
ao irradiante verso.
sofreia-se o impulso
ao privado recanto.
permeia-se de luz
a noite
como ruídos ignorados,
na placidez da aldeia,
o imo pranto.
perscruta-se o universo
ao recto feixe.
trespassa-se o couraçado
ao plano ignoto.
premeia-se a luz
da ideia,
como vozes sobrepostas
no turbilhão da urbe,
de um eu remoto.
de Bruno Amaral
(a tua poesia Bruno, de regresso ao nosso palco onde é sempre muito bem vinda...)

untitled by Rene Asmussen
O que se ouve, o que se sente, o que nos passa pelo coraçao, pela visao, pela alma;
resgatado nas palavras e frases de uma bela Poesia.
Beijo*
é sempre muito agravel passar por aqui :)
um abraço