Dizei-me por que sois tão formosa senhora
nessa vossa vistosa saia amarela?
Não sabeis mas nela
pululam os meus olhos,
vagueando pelas vossas formosas nádegas,
pela maciez e brilho roliço
de vossa cintura delgada
e nesse cabriolar inspirado e errante
exalais misteriosos odores senhora
no entanto e não sabendo porquê
a indiferença ao meu olhar sobranceiro
sobressai no vosso folgado porte
Oh como sois graciosa e levitante
e como as pingas de água de vosso cântaro
aquecem um domingo prazenteiro...
Não sabeis senhora mas...
o vosso B O M D I A gutural
ressoa a sinetas celestes no meu discorrimento
e também não sabeis senhora...
como tornais reconfortante
o amanhecer de mais um dia santo rotineiro.
de Nancy Brown
(quente... como os dias de Verão que já não voltam...)

Ilumicorpus#1 de Teresa Fonseca
poesia...algo bom da vida que poucos sabem aproveitar...parabéns pelo blog e pelos poemas...
Afixado por: Lucas em outubro 7, 2004 06:40 AMque massa ese de hj
fala de uma mulher diferente...nada de formas de violaum e voz fina..que legal!!!