Colhe o fruto, meu amor.
Amadurece os lábios na conversa
da manhã. Há sinais
de sol na boca
quando o aroma é fértil,
e o loendro
deixa sinais de chá
no corpo, o chão
de todos os inícios.
de José Félix
inédito (01.12.2004)
(uma caneca de poesia quente para aquecer a alma...)

Composition With Armenian Pot by pnina evental
Publicado por D_Quixote em dezembro 23, 2004 01:09 AMJosé, gosto muito da sensibilidade que o seu poema demonstra, faz muito o meu 'género'.
Aproveito e desejo-lhe um Bom Natal.
Foi um gostinho a chã quente... já ia para curar a minha gripe...
Afixado por: D Quixote em dezembro 30, 2004 12:18 AMJosé, bebi a caneca do chã quente que serviste...
o corpo, chão de todos os inícios, divinal.
sou um corpo de olhos que te devoram em cada trago morno...preciso de te beber mais vezes.