como um bailado clássico
a espuma da folhagem
reinventa silêncios
em orações de sul.
são tão frágeis os ramos
que a seiva nobre deixa
feridas nas palavras
breves, graves, no tronco
solitário do chão.
dança o tempo no olhar
e o vento chove a água
nas sombras escondidas.
de José Félix
(suave... lindo... mágico... eu sou um viciado na poesia deste homem...)

Está lindo!
Afixado por: Joana G. em janeiro 4, 2005 03:14 PMPlagiando: suave... lindo... mágico...
Belas palavras, José.
josé, tu que me fazes sonhar como quem come chocolates numa manhã morna de inverno...e chovo por dentro como se de confetis pudesse enfeitar as minhas dores...
adorei josé, nina
Preciso de dizer mais?...
Afixado por: D Quixote em janeiro 9, 2005 11:02 AM