Escrever para vós não é só ver,
mas sentir
É arrancar flecha espetada na carne,
como um arpão
Cupido,
que me deixa exibir
Como troféu,
O que escrevo, sobre tamanha paixão
É a janela,
que fica entreaberta
Para de todos,
respirarmos a magia
É o sentir do esvair,
da frase mais bela
Mostrar nossa alma,
na mais doce e profunda poesia
É o fazer-me acreditar,
que como outros mortais sei sentir
Rever-me em vós,
sonhando sem chorar
Ler vossos versos,
sempre a sorrir
Vocês são,
prova, que ao meu amor faltava
De meu ser a noção,
de minha alma enganada
Toque de vida,
Vontade de escrever sem razão
Sois tela,
onde pinto e descrevo
Luz do lume,
de nossa vela,
Sensação ou arrepio,
relâmpago ou trovão
Sois montra de saudade,
do querer da inspiração
Sois montra de minha vaidade,
do meu amor,
da minha maior paixão.
de Teófilo Pinto
(eu sei bem porque te leio... porque adoro o que escreves...)

... by Rares Cuciureanu
Publicado por D_Quixote em janeiro 21, 2005 12:15 AM...e os poetas não param de chegar a este café vindos de um céu que desconhecia...porque deve haver um céu especifico para todos os que pintam na escrita as emoções como se o fizessem numa tela! centrado nos outros, perdendo-se de si, na montra, no espelho e na vida. Posso pedir mais? e um cafezinho, ja agora...
Afixado por: Nina em janeiro 21, 2005 11:11 AM