Na escuridão soturna,
panoramas pantanais,
o cheiro da verdade só uma
e o sofrimento de amor de mais.
Cemitérios de sonho,
mistificado apocalipse de luz,
negro de desenho
o negrume que seduz.
Escuridão que todos temos,
o seu luar já não,
silêncio para sempre o teremos
que a nossa memória enterrarão.
Estalar das pegadas no chão,
é o único rasto da alma do ser,
as noites para sempre o serão
só não o é o viver.
Noite soturna,
paixão do viver,
solidão é uma,
a outra o perder...
de Afonso de Melo
(mas que bela forma de estrear aqui... espero ainda receber muita mais poesia deste autor... espero mesmo...)

hour of joy by Natalie Shau
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Que lindo post! Gostei do poema é intenso nas palavras que contém.
Afixado por: Maria do Céu em julho 21, 2005 05:01 PMQue lindo post! Gostei do poema é intenso nas palavras que contém.
Afixado por: Maria do Céu em julho 21, 2005 05:01 PMq lindo..
amei..
estou com saudades de vc...
lindissimo poema.. ja há um tempinho q nao parava neste café... e q bom q é estar de volta! voltarei mais vezes
Afixado por: caixantes em julho 21, 2005 11:44 PMQue Afonso de Melo é este? Eu conheço um que publica poesia na D. Quixote mas isto não é dele de certeza...
Afixado por: lcanta em maio 9, 2007 04:49 PM