O meu destino preferido é ir a Marte
Enquanto não é possível só posso andar na Lua
Ou então, ir à praia, apanhar o Sol deste Verão
E tenho Mercúrio para curar as queimaduras deste Sol
E nesses dias de Saturno
Vou mergulhar nesse mar de Neptuno
E ao menos, levantar os pés assentes da Terra
Ir aos saldos das camisas, num planeta que se chama Venús
E uma vez pUrano
Não volta vem o Plutão
Na bola há craques novos, Como o Júpiter ou o Falcão
Os velhotes são estrelas cadentes
E o Real tem constelações, são os galácticos
Tanta conversa,
Mas um um dia hei-de ir a Marte
Enquanto não é possível, vou andar na Lua
Ir a mar, mergulhar, afastar a solidão
E já nem Mercúrio cura as feridas deixadas, no meu coração
Porque eu só quero ir a Marte
Eu sei que um hei-de ir a Marte
Eu sei que um dia vou a Marte.....
de Alexandre Batista
(uma estreia aqui verdadeiramente brilhante como uma explosão de uma supernova... obrigado pela tua poesia Alexandre... é uma verdadeira lufada de ar fresco, espero que envies mais)

Mare Tranquilitatis
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É assim mesmo! Porque nem sempre a poesia nos tem que fazer chorar.
Afixado por: oldmirror em novembro 17, 2005 12:45 PMrealemnte brilhante..
amei..
parabens alexandre
*saudades,meu poeta!
Afixado por: marta silva ladyheaven em novembro 18, 2005 12:27 PMGostei de ler e de pensar sobre este poema. Já agora aproveito, uma vez que o café esta aberto, para convidar a uma visita ao meu Blog de poesia:
www.poetasalutor.blogspot.com
Abraço literário
João
Muito bom... Gostei do que me parece um excelente jogo de palavras e sons!!... Mais uma vez, não desiludiste;)
Beijo grande
AB!!
Poema fantástico!
Deixo-te uma versão da nossa Nelly!..
Seria uma boa banda sonora!!
Um Abraço ;D
Afixado por: Edmundo Ferrão em outubro 12, 2007 12:26 AMCá está a nossa Nelly!
http://www.youtube.com/watch?v=yfKIapgaGEw
Afixado por: Edmundo Ferrão em outubro 12, 2007 12:28 AM