Dia após dia
A solidão cada vez mais presente
Num corpo cada vez mais ausente
De si mesmo.
Dia após dia
Um acréscimo gradativo de tristeza
Nos meus olhos,
Na minha boca,
Na minha mente
E no meu coração...
Coração que pulsa cada vez mais devagar
O sangue a circular pelo meu corpo,
Pelo resto do meu corpo
Cada vez mais afundado num vazio imenso,
Numa escuridão plena...
Lágrimas a serem expelidas...
Sangue a ser jorrado...
Tristeza e mais tristeza a ser consumida
Por um ser solitário.
Dia após dia
Um rosto cada vez mais afundado,
Um lágrima a ser derramada,
Uma gota de sangue a ser chorada
Por um corpo sempre, mais e mais,
Perdido em si mesmo.
de Marcus Vinicius Costa Almeida Junior
(mais um belo poema triste do outro lado do mar... amigos... isto tem sido bastante mau, aliando a minha falta de tempo a uma quebra de links do alojamento das fotografias... vou passar os próximos dias a repor links perdidos e a tentar planear a semana de poesia de Natal... uff... suspiro)

take me
Copyright © 2005 by vili ivanova
reconheço bem estas palavas catita
e a imagem n poderia estar melhor...
ein big becitu