Lá fora chove como se o mundo fosse acabar amanhã
mas a única coisa que realmente acaba
são os sonhos estéreis dos homens de imaginação fértil.
E eu já deixei de lamber o teu rosto à procura de provar o que sentes.
Não olhes assim para mim,
a culpa nunca morre solteira apesar de ir sempre sozinha a enterrar.
E eu também me desencantei,
contudo,
com todos,
contigo.
E só receio mesmo olhar também
e encontrar-me perdido no teu olhar
algures nesses olhos que são anzois aguçados
tenazes como sempre no ferrolho torpe
presos nas linhas das lágrimas
que me arrastam para a margem
de volta...
não me olhes assim.
de João Natal
30/01/06

wish to drown
Copyright © 2005 by Natalie Shau
primeiro quero dizer que gostei deste poema, depois quero dizer que tu nuno não me percebeste. mas não há mal, já percebi que pertences á linha dura do comité central. vale a poesia
Afixado por: lobo em janeiro 31, 2006 10:26 AMGostei muito! Sem dúvida do mesmo autor de Diário Da Tua Ausência (de que aguardo com ansiedade novos capítulos... será?)
Afixado por: Cristina em janeiro 31, 2006 12:02 PMPor muito dura que seja a linha não se compara à tua cabeça Zé... vá... acabou... e obrigado pelo elogio ao poema.
Cristina, benvinda! Eu tenho escrito mais crónicas do diário mas tem sido para o papel. Prometo que em breve trago mais alguns episódios para aqui.
Café quentinho porque lá fora está frio como se o mundo fosse acabar amanha...
Afixado por: D Quixote em janeiro 31, 2006 01:01 PMNuno uma vez por todas acaba com essa arrogancia, e com esse autismo. e não me ofendas. E OLHA ACABOU-SE EU PENSAVA QUE AQUI SE PODIA DIZER O QUE SE PENSA MAS TU TENS UMA CABEÇA DITATORIAL. escreves bem mas és um ditador. e olha essa do zé é para vomitar. Agora acabou-se mesmo a minha permanencia ai. até sempre
Afixado por: lobo em janeiro 31, 2006 06:13 PMAgora ofendes-te com o teu próprio nome?... fica bem! e até sempre
Afixado por: D Quixote em janeiro 31, 2006 08:06 PMolha eu não me ofendo com o meu nome, ofendo-me com o modo como o usas. eu não sou uma coisa qualquer.
Afixado por: lobo em janeiro 31, 2006 10:09 PMolha eu não me ofendo com o meu nome, ofendo-me com o modo como o usas. eu não sou uma coisa qualquer.
Afixado por: lobo em janeiro 31, 2006 10:09 PMSr. José Duarte...
nunca ninguem colocou a sua questão relacionada com o tempo de exposição de um poema. Porque as pessoas são bem educadas, percebem a dinâmica do espaço e acima de tudo são desinteressadas no comentário.
A sua azia toda vem do facto do poema exposto não ser seu, pois se o fosse, não teria feito qualquer comentário.
Acho lamentavel tornar este espaço, aberto à CRITICA POÉTICA, um lugar para os seus azedumes e problemas e por isso mesmo não lhe irei responder mais.
dito isto:
fim de conversa e adeus.
Afixado por: D Quixote em fevereiro 1, 2006 12:00 AMai olho sim...e assim... adoro o texto do João Natal... uma vez mais sublime! (Quanto ao resto...portem-se... tomem o cafézinho com a calma que ele requer e vão ver que este episódio é rapidamente esquecido. Não se percam em palavras vãs... usem-nas em textos que tanto apreciamos) Bjs (aos 2)
Afixado por: mariasaomiguel em fevereiro 1, 2006 12:29 AME o que seria de todos nós se não voltássemos à margem por causa de um olhar?
Adorei este poema, Nuno...disse-me muito.
Sempre gostei da poesia do João Natal!
Beijo.
Estela.
Afixado por: Senhora das Estrelas em fevereiro 1, 2006 12:41 PMSr Dom quixote se leu bem o que eu escrevi no primeiro comentário eu disse não falo por ser este ou aquele, seja eu, este ou outro. depois quem começou por ser amargo usando expressões, estou cansado e tenho pena que não consigas assimilar foi o senhor. também lhe quero dizer que não procedi bem. e da minha parte só tenho de pedir- lhe desculpa por ter usado expressões demasiado pesadas.
Afixado por: LOBO em fevereiro 1, 2006 08:37 PMMeu amor... posso dizer-te que ler estas tuas palavras foi uma pequena ("grande") lição de vida para mim... obrigada! Amo-te muito...
Afixado por: Teresa em fevereiro 2, 2006 12:11 AM