julho 06, 2006

De repente

De repente, é como se a vida acabasse para mim todos os dias,
Sinto a agonia de perder tudo e a solidão de nada ter.
Neste canto escuro onde me sento,
O frio gela a minha alma destroçada,
Como um navio fantasma
No velho porto, com as velas a rasgar o céu.
Nada… Nada do que julguei possuir foi realmente meu!...
E aperto estas feias mãos, toscas e vazias, com a dor de anoitecer
E de mansinho vem a morte… para de novo nascer.

de Lavínia Matos

(que bela maneira de começar o dia colocando aqui um bocadinho da tua escrita cheia de fantasia, Lavínia... jinhos e envia mais... fico à espera...
Peço a todos desculpa pelo atraso nas edições, um virus obrigou-me a formatar o disco, não têm sido dias faceis!)


Loch Broom by GaryHill
copyright of the photographer

Publicado por D_Quixote em julho 6, 2006 12:31 PM
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