Sentado espero ansioso,
O tocar do telefone
Com desejo maluco de te sentir
No vibrar, as noites mal dormidas
De dor...
O querer que a noite chegue
Trazer a escuridão para poder imaginar
O que será,
O que seria,
Se…
Quando a ansiedade inunda o tempo
Não consigo esperar pela noite,
Fecho os olhos obrigo a escuridão a uma invasão
Consciente que não passa de uma ilusão
Do teu sabor,
Do teu cheiro,
Do teu sorriso,
Dos teus olhos,
Aquilo que sinto é indefinido
Ou não?
Também não sei, nem quero saber
Será que sim?
Sei mas não quero dizer…
de Rui Rocha

# by A Mc
copyright of the photographer
(que poema fantástico e escuro... tal como eu gosto! Obrigado Rui, espero que seja o primeiro de muitos poemas teus! Tenho excelentes noticias para todos, que divulgarei oportunamente! Acima de tudo irei precisar de ajuda com o contacto de alguns poetas "dos mais antigos"... isto porque, devido a problemas com o meu pc, perdi o e-mail de muitos deles... mas em breve eu aviso aqui quais irei precisar e as razões do contacto.)
muito bom mesmo!voltarei mais vezes para ler mais*
Afixado por: osimachina em setembro 1, 2006 12:26 PMMuito belo poema, Rui.
O meu blog também é povoado por alguns poemas meus, dentre contos e outras postagens.
E o Poetry Café eu coloquei nas definições do Google: quando eu entro lá, já aparece algo novo do Poetry Café.
Abraço,
Fred
Afixado por: Fred neumann em setembro 1, 2006 05:16 PMObrigado Nino e Osi! A poesia precisa disto, incentivos e amizade. Fico feliz por ver que ainda vai tendo boas doses disso.
Fred, obrigado por um comentário tão positivo. O poetry deixou de ser meu... é de todos vocês os que se "sentam" por aqui todos os dias! A vocês todos o meu grande abraço!
Afixado por: nuno em setembro 6, 2006 12:38 AM