Estende as tuas mãos vazias no escuro
E toca-me suavemente no rosto
Tudo num gesto funesto sem gosto
Como palavras pintadas num muro
Estende as tuas mãos vazias no nada
Toca-me os olhos vadios cansados
E devolve-me os momentos sugados
E a alma que me levaste roubada
Vai e rompe estas cordas do presente
As amarras vãs do tempo de nós
E cala as vozes de ontem que chamam
Por fim encontra um consolo dormente
Agora que estamos os dois tão sós
Nos sorrisos dos outros que amam.
de João Natal

Жизнь на два мира by а’ANTIst
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a poesia nestas paginas são lindas...
espero k deias noticias do teu problema com "O Diario da tua ausencia"
Afixado por: isabel em setembro 24, 2006 05:46 PMA forma como escreves... Sinto as tuas palavras, apenas as sinto...
Deve ser maravilhosos ter o dom das palavras... dos sentimentos... Parabéns
Afixado por: Nno em setembro 25, 2006 12:39 AMOh...este João Natal avassalador que me faz chorar.
Obrigada por um momento de incrível introspecção.
Não dás só sorrisos, dás mais, muito mais.
Adorei....
Sem palavras o que seriamos?
mendigos de sentimentos em busca de expressão!
adorei este soneto,simplesmente fabuloso!!
beijo doce amigo
Sabes Nuno, hoje reli este teu escrito e chorei... está fantástico!
Afixado por: Cristina Mesquita em setembro 28, 2006 08:31 PMJoão, é sempre uma alegria e prazer vir ao Poetry ler o que escreves...
Até conseguiste fazer a a minha alma chorar...FANTÁSTICO!
João kero dizer-te que a forma como escreves, como te expressas é sublime. De tantos poemas que já li, a tua é definitivamente akela como a kal me identifico mais. Por favor continua a alimentar-nos a alma e o coração com o sangue da tua poesia.
Afixado por: Mariana Moonlight em dezembro 21, 2006 11:45 AMHá muito tempo que não lia nada tão harmonioso e tão bonito. Parabéns por este texto tão fantástico. Cumprimento.Edgar