fevereiro 21, 2007

Carência

É frustrante...
Procuro mas não encontro
E encontro o que não procuro
E entretanto...
Á meia-noite em ponto
As doze badaladas soam no escuro
Permanece tudo na mesma.
Continuas incógnita no fumo
Continuo sem sentir as mãos rugosas
E não vai ser um poema
Que vai desinfectar o choro
Ou aquecer o sangue nas vias venosas...

de Daniel Afonso

untitled by Gonçalo Claro
copyright of the photographer

(obrigado amigo por este poema... é bom ler poemas destes em dias de chuva e vento. É como se consolassem a alma enquanto vemos as gotas na janela. Foi boa esta segunda participação, ficarei à espera de mais. Abraço!)

Publicado por D_Quixote em fevereiro 21, 2007 01:17 AM
Comentários

Gostei muito! não faz chuva nem vento mas sinto-me assim ...

Afixado por: Bia Vale em agosto 6, 2008 12:56 AM

Gostei muito! não faz chuva nem vento mas sinto-me assim ...

Afixado por: Bia Vale em agosto 6, 2008 12:58 AM
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