vadio por entre
as palavras que não rimam
faço de conta que
teu corpo é o meu jardim
e na noite delirante
de estrelas,
na negrura do céu
que me chama
parto, vadia,
à procura do poema que fiz!
do beijo que te dou
nasce a palavra silêncio
e guardo na pele
o arrepio de prazer!
volto à noite,
à vadiagem,
à loucura
e do nada que somos
outro poema surgiu

FlutterBy by Lady-Dementia
copyright of the photographer
(Mais um poema da Olivia. Belo e sereno... deixa-me a vadiar nos meus dias e em mim também. Desculpem amigos a falta de assiduidade no café, tempos complicados em termos de gestão de tempo e trabalho.)
Publicado por D_Quixote em março 10, 2008 12:05 PMNão posso deixar de comentar: este poema é de uma simplicidade maravilhosa! Ao lê-lo, temos vontade de vadiar..... e os poemas que nos permitem "viajar" marcam sempre. Muito bonito.
Afixado por: Alexandra em março 12, 2008 03:33 PMvir aqui é como caminhar por uma estrada florida... palavras transformadas em flor.
um abraço, cavalheiro-errante amigo :)
Afixado por: Karen em março 12, 2008 10:59 PMObrigada pela escolha da foto... é a imagem perfeita :) muito obrigada
Afixado por: olivia em abril 3, 2008 11:54 PMtem uma simplicidade adoravel
palavras leves e sentidas
escritas apenas por um unico motivo.
maravilhoso...
abraços
52