Pensando no que hei-de dizer
com um brilho eléctrónico á frente
que me turva a mente
e me impede de ser.
Ziliões de sinais de fumo
aquecendo espirais de cobre
visionados por óraculos cancerosos
que tossem sangue e luxúria
ao sentir a nossa fúria
do outro lado do mundo.
E eu, cowboy que cavalgo
um cavalo de perna partida
que relincha descompassadamente
á procura do pôr do sol...
Que sei eu dos indígenas?
Talvez por isso tenha pesquisado
amor no google.
de Daniel Afonso

Cyber Love by ~Spidou
copyright of the photographer
(simples mas bonito, obrigado Daniel por mais um poema dos teus e desculpa pelo atraso na edição.)
Publicado por D_Quixote em maio 23, 2008 10:35 AMPeço desculpa... um problema com o anti-spammer apagou os comentarios deste poema.
Não deixa de ser um bom poema e a merecer atenção.
aquele abraço e um pedido grande de desculpas