Pelas fantasias de uma outra vida.
Perdido na inocência de uma despedida.
Que se arrasta num querer passado.
Sentindo um outro momento.
Na plenitude de um presente.
Espero mostrar-te as verdadeiras estrelas.
Espero encontrar-te num outro espaço.
Que não este, só meu.
Onde grito a minha vida.
Onde quero gritar-te ao ouvido.
E dizer que sim.
Não és e nem serás a ultima.
Mas desde o momento em que te encontrar.
Nos meus braços estendida, esperando por absorver da forma mais viva e sentida.
Dizendo:
"Quando te encontrares, já te deixei.
E desde então, aprendes-te a suportar a dôr.
Por nunca ter sido parte de ti.
Mas sim de nós".
de João Santos
08.06.2007

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(Que poema tão lindo João... parece uma confissão triste que se sussurra num ouvido. Gostei bastante, faz por enviar mais. Obrigado e abraço!)
Publicado por D_Quixote em junho 7, 2008 12:16 AMOi, vim tomar seu cafézinho. Põe na conta.
Linda poesia, mas o ideal é ser a última.
Boa Noite,
bjs.